quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Uma fresquíssima corvina cozida no vapor e uma experiência nova com um vinho de Alter de Pedro Brigth pareciam animar o dia, mas logo veio a notícia de que afinal a cedência das estradas portuguesas não foi de 92 anos, mas tão só, como o conselho de ministros decidiu, de 75. Para quem passou dos quarenta tanto monta. Lembro-me inevitavelmente da anedota atribuída a D. João II, que teria dito que a herança de seu pai foram "as estradas de Portugal". Aos portugueses de hoje, nem isso nos é dado. O "Príncipe Perfeito" resolveu o caso com o sangue e deportação da grande nobreza lusa. não necessitamos do sangue, mas uma deportação para longe do poder, fazia bem a estes senhores.

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